Alunos espancam diretora de escola
(06.04.10)
A violência voltou a se instalar dentro dos muros de uma unidade escolar. Uma diretora da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello, em Vila Isabel, Rio de Janeiro, foi agredida a socos e pontapés e ameaçada de morte por alunos do ensino fundamental (1º ao 9º ano). A unidade foi depredada e as aulas, suspensas.
Assustados, professores se recusam a voltar para as salas e os pais temem mandar os filhos ao colégio. Traumatizada, a diretora pediu afastamento. O caso aconteceu há uma semana, mas só agora veio à tona após denúncia do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação.
No dia 29 de março, a diretora tentou apartar a briga de cerca de dez estudantes no pátio da escola e acabou virando alvo do grupo. “Eles formaram uma roda ao redor dela e passaram a agredi-la. Ela caiu no chão e eles continuaram dando socos e pontapés. Até que ela conseguiu fugir e se trancar no banheiro junto com outros funcionários”, contou a diretora do sindicato, Edna Félix.
Segundo o sindicato, um dos alunos agressores foi para casa e, em seguida, voltou à escola na companhia da mãe e de outras pessoas da família que começaram a proferir palavrões e a incitar os demais contra os professores. Armados com pedras, pedaços de pau e ferro, estudantes quebraram vidraças e computadores. Outros funcionários correram e se refugiaram na cozinha.
Enquanto isso, baderneiros arremessavam cadeiras e espalhavam documentos pelo chão. Latas de lixo foram usadas para fechar a rua em frente à escola. Segundo o sindicato, a Polícia Militar só apareceu um dia depois, por causa de denúncia da 2ª Coordenadoria Regional de Educação. (Com informações de O Dia).
(06.04.10)
A violência voltou a se instalar dentro dos muros de uma unidade escolar. Uma diretora da Escola Municipal General Humberto de Souza Mello, em Vila Isabel, Rio de Janeiro, foi agredida a socos e pontapés e ameaçada de morte por alunos do ensino fundamental (1º ao 9º ano). A unidade foi depredada e as aulas, suspensas.
Assustados, professores se recusam a voltar para as salas e os pais temem mandar os filhos ao colégio. Traumatizada, a diretora pediu afastamento. O caso aconteceu há uma semana, mas só agora veio à tona após denúncia do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação.
No dia 29 de março, a diretora tentou apartar a briga de cerca de dez estudantes no pátio da escola e acabou virando alvo do grupo. “Eles formaram uma roda ao redor dela e passaram a agredi-la. Ela caiu no chão e eles continuaram dando socos e pontapés. Até que ela conseguiu fugir e se trancar no banheiro junto com outros funcionários”, contou a diretora do sindicato, Edna Félix.
Segundo o sindicato, um dos alunos agressores foi para casa e, em seguida, voltou à escola na companhia da mãe e de outras pessoas da família que começaram a proferir palavrões e a incitar os demais contra os professores. Armados com pedras, pedaços de pau e ferro, estudantes quebraram vidraças e computadores. Outros funcionários correram e se refugiaram na cozinha.
Enquanto isso, baderneiros arremessavam cadeiras e espalhavam documentos pelo chão. Latas de lixo foram usadas para fechar a rua em frente à escola. Segundo o sindicato, a Polícia Militar só apareceu um dia depois, por causa de denúncia da 2ª Coordenadoria Regional de Educação. (Com informações de O Dia).
http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=17976

Nenhum comentário:
Postar um comentário